Nesta matéria vamos dar dicas de fotografia para iniciantes e explicar sobre as técnicas básicas para tirar ótimas fotografias.

  1. Usar o ISO de forma adequada
  2. Regular o obturador na velocidade certa
  3. Regular o diafragma na abertura certa
  4. Interpretando o histograma
  5. Composição fotográfica
  6. Usar a regra dos terços
  7. Efeito de longa exposição
  8. Técnica Light Painting
  9. Entenda a profundidade de campo
  10. A importância da pose na hora da foto
  11. Saiba tudo sobre o flash
  12. A importância do tripé
  13. Fotografar em RAW

Dicas de fotografia:

A fotografia profissional é uma arte que exige muito mais do que conhecimento técnico. É preciso treinar também o olhar. É isso o que diferencia da fotografia amadora.


1 – Usar o ISO de forma adequada

Se você já pegou uma câmera fotográfica, digital ou analógica na mão e a observou por completo, provavelmente encontrou a palavra ISO.

dicas-de-fotografia-tecnica-fotografo-profissional-o-que-e-iso; Dicas de fotografia

Uma resposta simples diria que é a sensibilidade à luz do filme em câmeras analógicas ou do sensor em câmera digitais. Isso significa que o ISO, que também é conhecido como ASA, mexe com a claridade da foto.

Por exemplo: com o ISO alto, a sensibilidade do filme/sensor aumenta, e então é necessário menos luz para capturar uma imagem.

Parece fácil, mas é difícil, pois cada situação pode exigir alterações em outras funções da câmera, como no obturador e no diafragma.

Quanto maior, mais ruídos ou pontinhos granulados estarão presentes na foto. Isso significa que a nitidez diminui conforme o ISO aumenta.

Em geral, é indicado que não aumente a sensibilidade da luz nas câmeras. Entretanto existem situações que, para manter a fotografia boa é necessário fazer isso.

Geralmente essas situações são apresentadas em cenários escuros com pouca luminosidade, sem tripé, onde não é permitido acender luzes e nem utilizar o flash. Situações com o objeto a ser fotografado em constante movimento e o obturador em grande velocidade.

Dicas de fotografia

O ISO considerado normal é o 100, podendo aumentar para 200, 400, 800 e por aí vai. Existem câmeras que o ISO chega a 32000.


2 – Regular o obturador na velocidade certa

Se o ISO modifica a sensibilidade à luz do filme ou do sensor, o obturador é o responsável por controlar o tempo de exposição à luz que o filme/sensor terá durante a o clique. Isso porque quanto mais tempo o filme/sensor ficar exposto à luz, mais clara será a fotografia.

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O obturador funciona como uma espécie de cortina que fica atrás da lente da câmera. Para a luz ser captada pela máquina  fotográfica é necessário que essa “cortina” se abra.

Então conhecer a velocidade do obturador é de extrema importância para o fotógrafo.

Os tempos de exposição, como são conhecidas as medidas do obturador, são muito variados, sendo divididos em velocidade alta, média e baixa.

  • as altas são: 1/8000, 1/4000, 1/3200, 1/2500, 1/2000, 1/1600, 1/1250, 1/1000, 1/800,1/640, 1/500, 1/400, 1/320, 1/250;
  • as médias: 1/160, 1/125, 1/100, 1/80, 1/60, 1/50, 1/40, 1/30 e;
  • as baixas: 1/25, 1/20, 1/15, 1/13, 1/10, 1/8, 1/6, 1/5, 1/4, 1/3, ½ 1, 2, 5, 10, 30 e por aí vai.

Esses números simbolizam o tempo, sendo que o número 1 antes da barra equivale a um segundo. Ou seja, 1/100 significa que o tempo de exposição será de 0,01 segundo. Já na velocidade baixa é possível manter o obturador aberto por alguns segundos.

Algumas câmeras permitem clicar uma primeira vez para abrir o obturador e uma segunda para fechá-lo. Quanto maior o tempo de exposição da foto, significa que mais lenta é a velocidade do obturador, e quanto menor o tempo de exposição da foto, significa que mais rápido é a velocidade do obturador.

O tempo de exposição está diretamente relacionado com a quantidade de luz disponível no ambiente. Então para fotografar em um dia ensolarado, o ideal é diminuir o tempo de exposição. Deste modo as chances de “queimar” a fotografia é mínima.

A velocidade do obturador também pode ser utilizada para outras técnicas, como tirar uma foto “tremida” ou uma fotografia com sombra de algo que está em movimento.

Por exemplo, as clássicas fotos de corrida da Fórmula 1, onde é possível ver o “rastro” do carro. Isso acontece porque, ao aumentar o tempo de exposição, fotografamos o objeto em mais de um local, já que ele está em movimento.

Em termos mais simples, o obturador serve para para “congelar” a imagem, ou fazer o efeito de “rastro”, além da função de controlar o tempo de exposição.

Dicas de fotografia
Obturador: maior tempo de exposição
Obturador: menor tempo de exposição

3 – Regular o diafragma na abertura certa

O diafragma é menos complexo, porém tão importante quanto. Ele é basicamente o diâmetro de abertura da lente das câmeras fotográficas.

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Diafragma

Esta é uma das dicas de fotografia mais importantes para quem deseja uma qualidade especial na foto.

A abertura em sua lente controla a quantidade de luz que chega ao sensor da câmera, quanto mais aberto, mais luz chega ao filme/sensor, e quanto mais fechado, menos luz. É bem simples o seu funcionamento, mas exige muito conhecimento para dominar suas técnicas com maestria.


Entendendo as medidas

A medida do diafragma é conhecida como f/números e é feita através de uma série numérica, com uma sequência padrão: f/1.4, f/2, f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22 e f/32.

Quanto menor o número, maior o diâmetro de abertura do diafragma. Logo, quanto maior o número, menos luz passa pelas lentes da câmera.

De maneira primitiva, é possível afirmar que o diafragma é responsável pela mudança manual na claridade de sua fotografia. Mas não apenas isso, o diafragma está ligado a outras características da fotografia.

Apesar de as câmeras possuírem em suas lentes o controle do foco, que é dar maior nitidez para um determinado objeto na fotografia, alterar a abertura do diafragma também pode modificar a profundidade de campo.

Diafragma – Profundidade de campo

Para encontrar o foco perfeito da sua fotografia, é muito importante estudar o diafragma, ele interfere diretamente em sua fotografia.
O ideal é aprender a trabalhar o diafragma junto com o obturador, pois um depende do outro.


4 – Interpretando o histograma

O histograma é desconhecido por muitos, ele não influi diretamente na hora de tirar a fotografia. Na verdade, o histograma é um gráfico que mostra a quantidade de luz e sombra de uma imagem.

O gráfico funciona demonstrando uma elevação. Se ela estiver mais próxima do lado esquerdo, significa que a quantidade de pixels escuro é maior. Mas se a elevação está mais ao lado direito, é porque há mais pixels de tonalidade clara. Se está no meio, está equilibrado.

Ilustração: Histograma

Quando ativamos o histograma, ele irá demonstrar se são as tonalidades escuras ou claras que estão predominando na sua fotografia.

É extremamente difícil tirar uma boa fotografia com esse nível de equilíbrio.

Especialmente por vezes estarmos fotografando algo predominantemente escuro ou claro. Então isso, para o histograma, é um problema, mas em termos fotográficos não há nenhum erro.

Por exemplo, ao fotografar o mar, num dia ensolarado, o histograma vai apresentar-se à extrema direita, cheio de tonalidades claras. Mas se fotografarmos uma floresta em uma noite, os tons escuros prevalecerão.

Não é preciso basear a fotografia no histograma, mas sim aprender a interpretá-lo.


5 – Composição fotográfica

A composição fotográfica é a série de elementos que tendem a transformar aquele cenário em uma foto.
São vários fatores que podem, ou em algumas situações devem ser observados e analisados, levando em consideração se agregará valor à foto ou não.

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O equilíbrio de cores e tons, os planos da foto, o que define o foco da foto e o que fica em segundo plano, o objetivo da fotografia, a combinação dos objetos captados pela foto, a mensagem que passa, entre outros, pertencem à composição fotográfica como um todo. Nada é obrigatório, mas pelo menos algum desses fatores precisam ser levados em consideração para que a sua fotografia seja algo a mais do que uma simples imagem.

O objetivo principal da composição fotográfica, para muitos, é definir a foto como um meio de comunicação ao passar uma mensagem específica.
Há algo semelhante no ditado “uma imagem vale mais do que mil palavras”, pois o poder da foto em transmitir uma mensagem é muito alto.

A composição da fotografia pode ser a alma dela. Preste sempre muito atenção aos detalhes, pois eles que ganham o público.


6 – Usar a regra dos terços

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A regra dos terços é uma técnica utilizada na composição de qualquer imagem, uma das mais antigas dicas de fotografia.

Ela se caracteriza em dividir uma imagem em duas linhas horizontais e duas linhas verticais, em que os quatro pontos de interseção dessas quatro linhas são os pontos onde os nossos olhos têm maior atenção.

Por esse motivo, a regra dos terços é a maior aliada dos fotógrafos, que sempre sabem onde colocar o objeto para observamos primeiro.

Com isso, ao afastar um pouco o objeto do centro e o colocando nesses pontos, o fotógrafo ganha espaço para captar mais imagens, passando uma mensagem mais completa. É possível dar ênfase ao objeto principal da fotografia, destacando-o do resto do cenário fotografado.

As linhas horizontais formadas pela regra dos terços proporcionam profundidade à foto. Ao fotografar o horizonte, por exemplo, se a linha formada por algo no cenário ficar sob a linha horizontal superior, a imagem captada vai ganhar um ar de imensidão.

Já nas linhas verticais, por exemplo, é possível captar a imagem de um rio (quando seu ângulo de visão também é vertical) sem que ele fique desproporcional.

Lembrando que, apesar do nome a regra dos terços não é uma regra, mas sim uma possibilidade a mais de fazer uma boa fotografia.

Descartá-la pode ser uma boa solução para captar uma boa imagem, apenas o tempo e prática vão te mostrar a hora exata de usar ou não esta dica para fotografar.


7 – Efeito de longa exposição

Tirar fotos em longa exposição é uma técnica que, apesar da teoria ser simples, exige bastante cuidado na hora de registrar.

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Para fotografar em alta exposição é necessário apenas diminuir a velocidade do obturador, ou seja, aumentar o tempo de exposição, como vimos anteriormente.

A fotografia em alta exposição serve para dar uma nova cara e textura à imagem. Por vezes a sensação é da imagem ser muito diferente da realidade, da cena fotografada.

É possível também criar um efeito cumulativo do tempo passando, como uma cachoeira caindo e a água em queda formando uma massa completa na fotografia.


8 – Técnica Light Painting

Light Painting é a técnica proveniente da fotografia em longa exposição, que é quando, em um recinto totalmente escuro, diminuímos a velocidade do obturador para alguns segundos e deixamos a câmera parada em um único lugar.

Nesse tempo em que o sensor da câmera está captando a imagem, pincelamos o ar ou algum elemento da cena com rápidas acendidas de lanternas, luzes do celular, isqueiros e afins.

O resultado é um desenho que se forma no ar. Também é possível se fotografar em diversos locais na mesma imagem, acendendo a lanterna sobre você em diferentes locais.

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Para conseguir utilizar a técnica de longa exposição, é 100% necessário que a câmera fique imóvel durante toda a fotografia. Então o tripé é essencial. Caso não o possua, uma plataforma segura, como uma mesa ou uma rocha, também funciona.

A luz é sempre a aliada da fotografia. Menos quando o assunto são as fotografias em alta exposição. Isso porque o excesso de luz pode “queimar” a foto, então é necessário compensar diminuindo o ISO e fechar ao máximo o diafragma.


9 – Entenda a profundidade de campo

Responsável por determinar qual ou quais partes da imagem ficarão também em foco, a profundidade de campo é o fator que permite deixar a foto inteiramente nítida ou apenas algum(ns) ponto(s).

Isso porque existe apenas um objeto focalizado e a profundidade de campo dá a impressão de que existem mais.

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O foco continua sendo o mesmo, mas a profundidade de campo permite deixar os demais elementos da foto em foco (ou seja, nítidos) ou em desfoque (borrados).

A profundidade de campo é definida pelo foco da câmera. É possível ajustá-lo de maneira manual ou automática. Manualmente, é preciso girar o anel da lente. Já para ativar o modo automático é necessário pressionar o botão do obturador levemente.

Lembre-se, o diafragma também é crucial na hora de definirmos a profundidade de campo. Quanto maior sua abertura, menor a profundidade.

Claro que os diferentes tipos de lente e a distância do assunto à câmera também afetam a profundidade de campo.

Isso possibilita ao fotógrafo novos horizontes e explorar de maneiras diferentes o mesmo cenário.

A distância focal também interfere bastante. Quanto maior o zoom, menor será a profundidade de campo, gerando nitidez maior apenas para o assunto em destaque.


10 – A importância da pose na hora da foto

Cada detalhe é importante para uma boa foto. O cenário, como um todo precisa ser bem trabalhado, a iluminação deve ser bem trabalhada e a própria composição fotográfica não pode ser ignorada. Mas, além de tudo isso, a pose precisa ser levada em consideração.

Quando o objeto principal é uma pessoa, a pose fotográfica precisa ser desenvolvida para aumentar a qualidade de sua foto.

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É importante perceber que, mesmo que o cenário for excelente, se o fotografado não ajuda, a foto não será boa, e é função do fotógrafo orienta-lo e ajudá-lo. Usar o próprio cenário é uma boa maneira de fazer isso.

O objeto pode sempre “conversar” com o cenário em questão, utilizando os elementos ao seu redor para contracenar.

Geralmente as poses fotográficas simétricas, onde uma metade da foto está espelhando a outra, não é uma boa opção. Fotos assimétricas costumam ser mais bonitas.

Um corpo duro, aparentando estar congelado, parece mais um boneco do que uma pessoa, então valorize as pernas, os braços e a cintura, geralmente posições mais sensuais. Pernas levemente trocadas, cabeça levemente virada, um leve levantar dos braços… são tudo exemplos simples de como valorizar uma foto apenas alterando a pose.

E o mais importante: valorizar os ângulos. De pouco importa se o objeto está interpretando excelentes poses fotográficas se o fotógrafo não modificar seus ângulos, explorando cada canto do corpo e do cenário.

Claro que tudo isso depende do objetivo final da fotografia. Se é um ensaio fotográfico, as fotos tendem a sair mais sensuais. Se é para uma empresa, um tom mais sério e sóbrio pode ser o ideal, ou então, por exemplo, um casamento, onde a descontração é a chave. A pose fotográfica define totalmente o tom de sua fotografia.


11 – Saiba tudo sobre o flash

Às vezes, quando a luz local não for suficiente para tirar uma boa fotografia, precisamos utilizar o flash fotográfico.

O flash nada mais é do que um reprodutor de luz artificial que funciona como um relâmpago. Mas seria fácil demais se ele funcionasse apenas para isso, certo?

O flash fotográfico funciona para outras funções também, então vamos para outras dicas de fotografia:

  • A técnica do Key Light é utilizada quando queremos chamar a atenção para um objeto específico da fotografia, sobrepondo o resto da imagem.
  • A luz de preenchimento, por sua vez, é para retirar as sombras realizadas por uma iluminação externa. Por exemplo: uma luz fazendo sombra do nariz no rosto do fotografado pode ser retirada com o flash fotográfico.
  • Para isolar o objeto principal do cenário de fundo, o flash pode ser utilizado. Com o destaque luminoso sendo no objeto, o fundo se escurece.
  • Criar sombras pode deixar a fotografia muito melhor. Em uma primeira situação, serve apenas para embelezar ou dar uma textura melhor. Então é possível ativar o flash fotográfico em um objeto, como uma flor, em um ângulo lateral e o background ficará com a sombra do objeto.
  • Uma outra situação para a criação de sombras é para criar dimensões na foto. Uma foto com sombras passa uma questão de profundidade maior do que uma sem sombras.
  • Igualar o nível de exposição, com o flash fotográfico, ajuda a deixar o objeto principal em destaque. As vezes o fundo está muito mais claro, então é necessário iluminar o que está em foco. Dica importante de fotografia.
  • A falta de luz pode prejudicar uma foto que precisa da velocidade alta do obturador, então o flash fotográfico é utilizado.

12 – A importância do tripé

Pode soar meio óbvio, mas o tripé fotográfico tem uma importância muito grande na fotografia.
Isso porque, apesar de nem sempre ser necessário, quando preciso ele possibilitará que a sua fotografia aconteça, em situações que sem ele poderia ser impossível.

Quando fotografamos com a velocidade alta do obturador, dificilmente a foto sai tremida. Mas com a velocidade baixa, com certeza ela vai tremer se o fotógrafo não manter o corpo bem firme. Em alguns casos, como as fotografias em longa exposição, o tripé fotográfico faz-se necessário.

Algumas áreas também exigem o uso do tripé fotográfico, visto que podem demorar minutos ou horas para tirar a fotografia perfeita. Isso garante que o fotógrafo não se canse de segurar a câmera.

Algumas dessas áreas são as de trabalhar na natureza, onde é necessário captar a imagem de um momento específico, como um animal ou uma mudança climática. Também para fotografar produtos em estúdio onde os objetos têm sempre que estar na mesma posição, é utilizado o tripé.

O setor de esportes também pode exigir o uso do tripé, facilitando para que o profissional consiga acompanhar o objeto do jogo ou corrida o tempo todo.

Lembrem-se que existem diversos tipos de tripés. Deve ser resistente, robusto e trazer diversas opções de ângulos ou suporte para diferentes cabeças, aumentando assim as possibilidades de uso.

Os tripés fotográficos também ajudam na hora de utilizar a câmera para fazer gravações.


13 – Fotografar em RAW

RAW é um formato de arquivo como o jpeg, mas ao contrário de jpeg, ele captura todos os dados de imagem gravados pelo sensor de sua câmera em vez de compactá-los. Ao fotografar em RAW, você não apenas obterá imagens de qualidade superior, mas também terá muito mais controle no pós.

Uma desvantagem de fotografar em RAW é que os arquivos ocupam mais espaço. Além disso, as fotos RAW sempre precisam de algum pós-processamento, portanto, você precisará investir em um software de edição de fotos.

No final das contas, porém, fotografar em RAW pode transformar a qualidade das suas imagens, então, se você tiver tempo e espaço, definitivamente vale a pena. Se você não tiver certeza de como mudar de jpeg para RAW, verifique o manual da sua câmera.


 
A fotografia é uma arte complexa, mas que atrai a todos. Essas dicas de fotografia têm como intuito ajudar a todos a praticarem uma boa fotografia, independente de ser profissional ou amador.


Caso tenha sugestão de algum tema ou dicas de fotografia, deixe-a nos comentários!


Veja também

https://photoarts.com.br/magazine/imagens-pequenas-podem-virar-quadros-gigantes/

Fontes

https://www.bobbooks.co.

https://college.canon.com.br

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